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Solídia: a empresa que quer transformar a operação de serviços

Criada para ajudar empresas de serviços a organizar e acompanhar melhor sua operação, a Solídia aposta em tecnologia para conectar planejamento, execução e histórico em um único fluxo.

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Imagem principal do artigo Solídia: a empresa que quer transformar a operação de serviços

Criada para ajudar empresas de serviços a organizar e acompanhar melhor sua operação, a Solídia aposta em tecnologia para conectar planejamento, execução e histórico em um único fluxo.

Uma empresa de serviços pode crescer bastante antes de perceber que existe um problema acontecendo dentro da própria operação.

Mais clientes significam mais atendimentos. Mais atendimentos significam mais técnicos, mais deslocamentos, mais equipamentos, mais informações e mais decisões acontecendo ao mesmo tempo.

No começo, muitas empresas conseguem administrar tudo com ferramentas simples: uma planilha aqui, uma conversa no WhatsApp ali, uma agenda compartilhada, ligações telefônicas e bastante conhecimento concentrado na cabeça de quem acompanha o negócio.

Até que chega um ponto em que isso deixa de ser suficiente.

O gestor já não consegue saber com facilidade o que está acontecendo em campo. O histórico de um atendimento fica espalhado. Uma manutenção preventiva pode ser esquecida. Um cliente pergunta o que foi feito meses atrás e a resposta exige procurar informações em diferentes lugares.

É nesse espaço que nasceu a Solídia.

A empresa desenvolve uma plataforma voltada à organização de operações de serviços, conectando etapas como solicitações, agenda, equipes técnicas, execução, ordens de serviço, equipamentos, histórico e indicadores. A proposta apresentada pela própria empresa é acompanhar a operação desde o chamado até a conclusão do serviço, preservando as informações ao longo do processo. Solídia

Mas a ideia por trás da Solídia vai além de digitalizar uma ordem de serviço.


O problema começa antes da ordem de serviço

Quando se fala em software para empresas de serviços, é comum pensar primeiro em ordem de serviço.

Ela é importante, mas é apenas uma parte da operação.

Antes de uma OS existir, alguém recebeu uma solicitação. Depois, alguém precisa avaliar a demanda, definir prioridade, organizar a agenda e decidir quem vai atender.

No campo, o técnico precisa receber informações suficientes para executar o trabalho. Durante o atendimento, podem surgir registros, fotos, checklists, observações e outras evidências.

Depois da execução, a empresa ainda precisa saber o que aconteceu, comunicar o resultado, manter o histórico e transformar aquela informação em referência para o próximo atendimento.

O problema aparece quando cada uma dessas etapas vive em um lugar diferente.

É justamente essa fragmentação que a Solídia procura combater.

Na plataforma, a proposta é conectar planejamento, execução e histórico em um mesmo contexto operacional, reduzindo a perda de informações entre uma etapa e outra. Solídia

Essa visão muda a pergunta.

Em vez de perguntar apenas:

“Como controlar uma ordem de serviço?”

a empresa passa a perguntar:

“Como acompanhar o que está acontecendo com toda a minha operação?”


Da climatização para uma visão mais ampla de serviços

A Solídia encontrou inicialmente um terreno especialmente relevante no setor de climatização e manutenção.

É um mercado em que a operação de campo tem peso importante: existem clientes, equipamentos, visitas técnicas, manutenções preventivas e corretivas, contratos, técnicos e uma grande quantidade de informações que precisam permanecer organizadas.

O próprio produto apresenta a climatização como um dos segmentos atendidos, ao lado de áreas como tecnologia da informação, energia solar, facilities, segurança eletrônica e assistência técnica. Solídia

Essa escolha também revela uma característica importante da empresa.

A Solídia não está tentando resolver um problema abstrato de “transformação digital”.

Está olhando para uma rotina muito concreta:

alguém precisa executar um serviço fora da empresa, enquanto outra pessoa precisa saber o que está acontecendo com esse serviço.

Quanto maior a operação, maior tende a ser o desafio de manter esses dois lados conectados.


Quando o campo e a gestão precisam falar a mesma língua

Uma das características das empresas de serviços é que boa parte do trabalho acontece longe da mesa do gestor.

O técnico está no cliente.

O supervisor está acompanhando várias equipes.

O atendimento está recebendo novas demandas.

O financeiro precisa de informações sobre o serviço.

O cliente quer saber quando será atendido.

E a direção quer entender se a operação está funcionando bem.

São pessoas diferentes olhando para partes diferentes da mesma atividade.

Por isso, uma das ideias centrais da Solídia é aproximar o que acontece no campo daquilo que a gestão consegue enxergar.

O aplicativo voltado aos técnicos, por exemplo, faz parte do mesmo fluxo operacional da plataforma. A proposta inclui recursos como agenda, check-in, checklist, registro de fotos, assinatura e formalização da ordem de serviço. Solídia

Na prática, isso significa que a informação produzida durante o atendimento não precisa terminar no celular do técnico ou em uma conversa de WhatsApp.

Ela pode fazer parte do histórico da operação.

E esse histórico tem um valor que muitas vezes só aparece quando surge um problema.


O histórico é uma espécie de memória da empresa

Imagine um equipamento que apresentou um problema hoje.

Se a empresa possui um histórico bem organizado, algumas perguntas podem ser respondidas rapidamente:

Quando esse equipamento foi atendido pela última vez?

O que foi feito?

Quem realizou o serviço?

Houve alguma observação?

Foram registradas fotos?

O problema já aconteceu antes?

Existe uma manutenção preventiva programada?

Para uma empresa que atende muitos clientes e equipamentos, essas informações deixam de ser apenas registros administrativos.

Elas passam a representar memória operacional.

A Solídia coloca o histórico operacional entre os elementos centrais da plataforma justamente por essa razão: preservar o conhecimento produzido durante os atendimentos e permitir que ele seja recuperado posteriormente. Solídia

É uma diferença importante entre simplesmente armazenar dados e construir uma operação que aprende com o próprio trabalho.


Tecnologia não resolve processo ruim sozinha

Existe uma tentação comum quando uma empresa começa a procurar um software: imaginar que a tecnologia será capaz de resolver automaticamente todos os problemas.

Não é assim.

Um sistema pode organizar informações, automatizar etapas e dar visibilidade à operação. Mas ele não substitui processos mal definidos por processos bons simplesmente porque foi instalado.

Por isso, a proposta da Solídia inclui não apenas a plataforma, mas também implantação assistida, configuração inicial, parametrização, treinamento e acompanhamento para adoção, conforme a apresentação atual da empresa. Solídia

Essa parte é particularmente importante para pequenas e médias empresas.

Em uma empresa menor, muitas vezes o conhecimento da operação está concentrado em poucas pessoas. Colocar um novo sistema em funcionamento significa também transformar conhecimento informal em processo.

E isso exige acompanhamento.


Uma empresa de tecnologia que está começando pelo problema

A Solídia está em uma fase interessante de sua trajetória.

Em vez de partir de uma tese de que todas as empresas precisam da mesma solução, a empresa está construindo sua proposta em torno das dificuldades encontradas nas operações de serviços.

Esse caminho pode parecer menos grandioso no início.

Mas existe uma vantagem.

Quanto mais próximo o produto estiver da realidade de quem executa o trabalho, maior a possibilidade de a tecnologia resolver problemas concretos em vez de apenas oferecer uma coleção de funcionalidades.

Essa proximidade também muda a relação comercial.

A conversa deixa de começar necessariamente com:

“Qual sistema você quer contratar?”

e pode começar com:

“Como sua operação funciona hoje?”

É uma diferença pequena na frase e enorme na abordagem.


O primeiro desafio de uma empresa que quer crescer junto com seus clientes

Como acontece com qualquer empresa de tecnologia em estágio inicial, a Solídia ainda tem um caminho pela frente.

O produto precisa evoluir.

Os processos de implantação precisam amadurecer.

A empresa precisa entender cada vez melhor os diferentes segmentos que atende.

E, principalmente, precisa provar que a organização prometida pela tecnologia realmente produz valor no dia a dia dos clientes.

Recentemente, a Solídia conquistou seu primeiro contrato comercial, um marco importante para uma empresa que até então estava principalmente construindo produto, posicionamento e mercado.

Mais interessante do que simplesmente registrar a primeira venda é observar como ela aconteceu.

O primeiro parceiro conheceu a proposta, avaliou alternativas disponíveis no mercado e decidiu pela Solídia.

Para uma empresa em início de trajetória, esse tipo de validação vale mais do que uma métrica de vaidade.

Significa que existe alguém disposto a colocar a solução à prova dentro de uma operação real.

E é justamente nesse ponto que uma empresa de software começa a deixar de ser apenas uma ideia.


O que a Solídia quer construir

A visão apresentada pela empresa é maior do que uma ferramenta para abrir e fechar ordens de serviço.

A Solídia quer ser uma camada de organização da operação de serviços.

Isso significa conectar diferentes partes da rotina:

demanda → planejamento → equipe → execução → evidência → conclusão → histórico → indicadores.

Quando essas informações permanecem conectadas, a gestão ganha uma visão diferente da empresa.

Em vez de descobrir os problemas somente depois que eles acontecem, passa a existir a possibilidade de acompanhar a operação enquanto ela acontece.

Essa é uma mudança importante para empresas que desejam crescer sem aumentar a complexidade na mesma proporção.

Porque crescimento operacional não significa apenas atender mais clientes.

Significa conseguir atender mais clientes sem perder o controle sobre aquilo que já funciona.


O mercado por trás dessa transformação

A discussão sobre digitalização das pequenas e médias empresas costuma ficar concentrada em temas como marketing, vendas, financeiro e relacionamento com clientes.

Existe, porém, outro universo que merece atenção: a operação.

São empresas cujo produto é, muitas vezes, um serviço realizado por pessoas em campo.

Empresas de manutenção.

Assistência técnica.

Climatização.

Facilities.

Instalações.

Energia.

Segurança.

Serviços especializados.

Nesses negócios, uma parte significativa do valor é produzida longe do escritório.

É ali que a operação precisa funcionar.

E é justamente ali que a informação precisa voltar para a empresa.

A oportunidade que a Solídia identificou está nesse encontro entre trabalho de campo, gestão e tecnologia.


Mais do que digitalizar, organizar

Talvez essa seja a melhor maneira de entender a proposta da Solídia.

Digitalizar uma operação significa colocar informações em um sistema.

Organizar uma operação significa fazer essas informações trabalharem juntas.

É uma diferença importante.

Uma empresa pode ter dezenas de ferramentas digitais e continuar sem saber exatamente o que está acontecendo.

Também pode ter poucos sistemas, mas um fluxo operacional muito bem estruturado.

A tecnologia, nesse caso, não é o objetivo.

É a infraestrutura que permite que o processo seja acompanhado, registrado e melhorado.

É nessa direção que a Solídia está construindo sua proposta.

Ainda é cedo para dizer até onde a empresa vai chegar.

Mas o problema que ela escolheu enfrentar é bastante concreto: como ajudar empresas de serviços a transformar uma rotina cada vez mais complexa em uma operação que possa ser acompanhada, controlada e melhorada.

E talvez seja justamente aí que esteja a parte mais interessante dessa história.

A Solídia não está tentando convencer as empresas de que precisam simplesmente de mais um software.

Está tentando mostrar que, quando uma empresa cresce, a forma como ela executa seus serviços também precisa evoluir.


Nota editorial

Empresa em Foco é uma série do Foco PME dedicada a apresentar empresas, negócios e iniciativas que ajudam a movimentar o universo das pequenas e médias empresas. A Solídia integra o ecossistema de empresas acompanhado pelo Foco PME.

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